segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A Bíblia responde: JOÃO BATISTA FOI BATIZADO COM O ESPÍRITO SANTO?, "CAUSA MORTIS" DE JESUS e MÁQUINAS

JOÃO BATISTA FOI BATIZADO COM O ESPÍRITO SANTO?

"Por que João Batista era cheio do Espírito e nunca falou em línguas?"

As línguas estranhas são um sinal ex­clusivo da operação do Espírito Santo du­rante a Dispensação da Graça, ou da Igre­ja. João Batista foi o último profeta vincu­lado à Dispensação da Lei, para a qual não havia o plano de línguas. Só quando os pri­meiros discípulos foram batizados com o Espírito Santo (At 2.1-6), então ocorreu o maravilhoso fenômeno de falar em línguas.


"CAUSA MORTIS" DE JESUS

Se, do ponto de vista espiritual, anali­sarmos a causa da morte de Cristo, ficaremos perfeitamente informados que: "Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados", Is 53.5; "Convém que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação. Ora, ele não disse isto de si mesmo, mas sendo o sumo sacerdote naquele ano, profetizou que Je­sus deveria morrer pela nação. E não so­mente pela nação, mas também para reu­nir em um corpo os filhos de Deus, que an­davam dispersos", Jo 11.50-53; "Estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo, pois pode ser que pelo bom al­guém ouse morrer, mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores", Rm 5.6-8; "O qual [Jesus] por nossos pecados foi entregue", Rm 4.25; "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos amigos", Jo 15.13; "Quem os condenará? faos escolhidos] pois é Cris­to quem morreu [por eles]", Rm 8.34; "Foi para isto que morreu Cristo, e tornou a vi­ver: para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos", Rm 14.15.


Por outro lado a "causa mortis" de Je­sus, segundo o dr. R. W. Wynek, autor do livro intitulado paixão de Cristo estudada pela ciência médica moderna, a morte de quem quer que fosse crucificado "era pro­vocada por cãibras tetânicas e por sufocação, entre espasmos inenarráveis e em ple­na consciência. Dando uma visão geral da morte de um condenado diz ainda que a prolongada expansão dos braços que se ve­rifica na crucificação reduz gravemente a função respiratória, pela desusada tensão do diafragma, assim só isto basta para a sufocação. É preciso notar que as mãos dos crucificados não eram firmadas ao braço horizontal da cruz, atravessando as pal­mas com pregos, mas eram traspassados os pulsos onde a resistência era mais forte, pelas robustas formas palmares e dorsais, que unem solidariamente o conjunto ósseo da mão. O crucificado, fixo pelos pregos que traspassaram o pulso, ficava com o corpo completamente suspenso, e isto de­via produzir atrozes cãibras tetânicas..."

"Essas cãibras", continua Wynek, "tra­ziam uma dor muito atroz, provocada pela forte compressão das extremidades dos nervos, enquanto a circulação do sangue, devido às contrações que comprimiam os vasos, se tornava fatigante em plena posse da consciência, como uma agonia cruciante... À morte seguia imediatamente a rigidez cadavérica, conseqüência da ex­pressiva fadiga dos músculos."

O evangelista João afirma que da ferida da lança saiu um fio de sangue e água. Ne­nhuma estranheza deve apresentar o fato de ter saído sangue ainda fluído, porque sabemos conservar-se o sangue na aurícula direita do coração dos cadáveres, mesmo depois de muitas horas após a morte. A saída da água foi explicada, por Barbet, como oriunda de líquido hidropericardíaco, de origem agônica. Judica, ao invés, defende que o cruel tratamento da flagelação deve ter causado uma pericardite, sen­do o líquido, neste caso, efeito de suor.


MÁQUINAS

"Que máquinas eram aquelas de 2 Crô­nicas 26.15?"

Como o próprio versículo indica, trata­va-se de armamentos bélicos rudimentares construídos para proteger Jerusalém e combater seus inimigos. É a primeira vez que a história bíblica registra a existência desses aparelhos, que eram acionados por cordas e colocados em lugares estratégicos, nas muralhas da cidade, a fim de que seus manejadores tivessem a mais ampla visão da área a ser defendida.




Fonte:  A Bíblia Responde, livro este que contém, condensadas em suas páginas, aquelas respostas objetivas, bíblicas e práticas que satisfazem ao sincero desejo de milhares de irmãos, inclusive de muitos que, embora não tenham formulado por escrito suas perguntas, gostariam de que elas fossem respondidas.    Abraão de Almeida, Geremias do Couto, Geziel Gomes, Gustavo Kessler, Hélio René, Mardônio Nogueira, Miguel Vaz e Paulo César Lima pesquisaram, oraram e dedicaram boa parte do seu tempo com o intuito de ajudar o grande número de leitores de "A Seara", ajuda esta agora estendida a outros milhares de leitores através desta obra.

sábado, 29 de outubro de 2011

A Bíblia responde: AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL e TIPOS DE BATISMO

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

"Como se explicam as setenta semanas de Daniel?"

A expressão correspondente no origi¬nal, significa "setenta setes". Como a mensagem do capítulo nove de Daniel abrange um longo espaço de tempo, enten¬de-se que cada uma dessas semanas men¬cionadas pelo anjo representa sete anos. A Bíblia usa linguagem semelhante em Levítico 25.8, onde a tradução é feita literal¬mente como "semanas de anos". Em Ezequiel 4.5,6 ocorre o mesmo fato, já que es¬tes versículos tratam também de anos e utilizam o mesmo método simbólico. Portanto, as setenta semanas de Daniel com¬preendem 490 anos, ou seja, setenta vezes sete anos assim explicados, segundo as opi¬niões mais abalizadas: v.25 - "Desde a saí¬da da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, sete semanas e sessenta e duas semanas". Esta ordem foi dada por Artaxerxes em cerca de 445 a. C. (leia Neemias 2), sendo que as primeiras sete semanas correspondem aos 49 anos gastos na reedificação da cidade. As ses¬senta e duas semanas seguintes compreen¬dem 434 anos que, somados aos 49 anterio¬res, totalizam 483 anos: v. 26 - "E depois das sessenta e duas semanas será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário". Assim sendo, estes 483 anos culminam com a crucificação de Cristo. O povo aqui mencionado são os romanos, que dominavam o mundo contemporâneo de Jesus, e foram os responsáveis pela des¬truição de Jerusalém e do Templo, no ano 70 d.C. Cumprindo-se neste último caso as palavras do Mestre: "Não ficará aqui pe¬dra sobre pedra que não seja derribada", Mt 24.2. "O príncipe que há de vir" é uma referência direta ao Anticristo, por diver¬sas vezes aludido em outras passagens bíblicas, o qual se manifestará no fim dos tempos. V. 27 - "E ele firmará um concerto com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre as asas das abominações virá o assolador, e isso até a consuma¬ção; e o que está determinado será derra¬mado sobre o assolador". Neste versículo, chegamos à última fase da mensagem pro¬fética, isto é, a septuagésima semana que começará após o arrebatamento da Igreja e o retorno geral dos judeus à Palestina, con¬forme se observa no versículo 26. Convém salientar que este último fato já está ocor¬rendo. Na ocasião, o Anticristo fará uma aliança por sete anos com Israel, e estabe¬lecerá um governo mundial com base no seguimento do antigo império romano, sob a forma de uma confederação de dez na¬ções: Dn 2.42,43; 7.7,8. Porém, na metade da semana, ou seja, após três anos e meio, ele quebrará o concerto, dando início à Grande Tribulação propriamente dita. "O príncipe que há de vir" então tripudiará sobre o povo israelita "até a consumação" da semana profética e, finalmente, "o que está determinado será derramado sobre o assolador": Cristo se manifestará, segundo o relato de Apocalipse 19, e começará uma era de paz sobre a terra, conhecida como o Milênio.

TIPOS DE BATISMO

"Quantas espécies de batismo existem na Bíblia?"

Preliminarmente, devemos, antes de qualquer explicação acerca do assunto em pauta, conhecer a palavra batismo, que é, sem dúvida, importante dentro do contex¬to doutrinário neotestamentário. Esta ex¬pressão se origina do vocábulo grego "baptizõ", que significa imersão, mergulho, submersão. Daí a razão de Paulo comparar esse ato a um sepultamento (Rm 6.4), pois é através desta ação que o novo convertido enterra para sempre o seu velho homem (na linguagem paulina), isto é, seu caráter inconverso, carnal, natural, pecaminoso, corrompido. Devemos salientar também que o batismo não salva o homem, mas é tão-somente uma confirmação daquilo que já lhe aconteceu, isto é, a conversão.

Não somos batizados para a salvação; ao contrário, somos batizados porque já so-mos salvos. Esclarecemos, também, por via de dúvidas, que o batismo por aspersão é uma incoerência. Isto eqüivale dizer: "imersão por aspersão". Faz sentido?

No que tange ao número de batismos existentes na Bíblia, o autor aos Hebreus parece fazer alusão ao assunto quando fala da "doutrina dos batismos", Hb 6.2. Entretanto, entendemos, pelo contexto do capítulo, que o escritor está apenas classificando este assunto no rol das doutrinas rudimentares para novos convertidos como o a-bê-ce- da vida cristã. Apesar da explicação acima, parece-nos viável salientar que as Escrituras Sagradas, mormente no Novo Testamento, apresentam algumas espécies de batismo.

Na tentativa de esclarecer a questão su¬pra, o articulista Venâncio R. dos Santos, em artigo publicado num periódico evan¬gélico, enumera, com muita propriedade, sete tipos de batismo:

1. O batismo de João, também chama¬do de batismo do arrependimento: Lc 3.3; 7.28; At 18.25.

2. O batismo do sofrimento que é aque¬le com que Cristo foi batizado; qualquer servo de Deus pode recebê-lo: Mc 10.38,39; Lc 2.50.

3. O batismo cristão-apostólico, que é ministrado em nome da Trindade: Mt 28.19,20; At 2.38; 19.5.

4. O batismo pelos mortos - uma here¬sia muito difundida no tempo dos apóstolos; citada, mas não aprovada por Paulo: 1 Co 15.29.

5. O batismo de Moisés - na nuvem e no mar: Êx 14.15-25; 1 Co 10.2.

6. O batismo com o Espírito Santo que é efetuado por Jesus Cristo: Mt 3.11; At 2.1-4.

7. O batismo no corpo de Cristo. Este é realmente realizado pelo Espírito Santo imergindo o novo convertido no corpo mís¬tico de Jesus, a Igreja.

Das sete espécies de batismo encontra¬das no Novo Testamento - continua o articulista - três merecem destaque, por terem missão específica no âmbito da Igreja:

1. O batismo nas águas, que exterioriza a nova vida que o recém-convertido assu-me interiormente. Por esse batismo, o novo convertido é introduzido na igreja local: At 2.41.

2. O batismo com o Espírito Santo, que é a concessão do poder, manifesta-se em dons espirituais, visando à evangelização em todas as dimensões. É o mergulho do crente no poder do Espírito: At 1.8; 1 Co 12.7-11.

3. O batismo no corpo de Cristo, que é a imersão do novo convertido no corpo místi¬co de Jesus (a Igreja), feito pelo Espírito Santo no ato da conversão.

Finalmente, para concluirmos o nosso pensamento sobre o assunto, evocamos aqui, a propósito, a opinião do renomado escritor J. Edwin Orr, que, em seu livro Plena Submissão, faz alusão ao assunto supracitado, dizendo: "No batismo com água, o agente é o ministro, o recipiente é o crente e o elemento a água. No batismo do crente no Corpo de Cristo, o agente é o Es¬pírito Santo, o recipiente o novo converti¬do e o elemento é o Corpo de Cristo: a Igre¬ja. Na outorga de poder (o batismo com o Espírito Santo), o agente é Cristo, o recipiente é o crente e o elemento é o Espírito Santo."

Portanto, reiterando o que até agora foi visto, podemos declarar mais uma vez e, sem medo de errar, que a Bíblia Sagrada é a verdade de Deus revelada aos homens.


Fonte:  A Bíblia Responde, livro este que contém, condensadas em suas páginas, aquelas respostas objetivas, bíblicas e práticas que satisfazem ao sincero desejo de milhares de irmãos, inclusive de muitos que, embora não tenham formulado por escrito suas perguntas, gostariam de que elas fossem respondidas.    Abraão de Almeida, Geremias do Couto, Geziel Gomes, Gustavo Kessler, Hélio René, Mardônio Nogueira, Miguel Vaz e Paulo César Lima pesquisaram, oraram e dedicaram boa parte do seu tempo com o intuito de ajudar o grande número de leitores de "A Seara", ajuda esta agora estendida a outros milhares de leitores através desta obra.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

DISCOS VOADORES, O PECADO DE BLASFÊMIA e SEOL

DISCOS VOADORES

"Os discos voadores existem?" O assunto é atual, embora seja inve¬rossímil e incomprovada a sua existência. Esta expressão "discos voadores" foi cu¬nhada há 31 anos pela imprensa ao noti¬ciar a visão de nove objetos em forma de disco voando sobre Mount Kenneth Arnold, no dia 24 de junho de 1947. Mais tar¬de criou-se uma expressão mais elástica -Objetos Voadores não Identificados ou OVNIs. Desde então várias pessoas come-çaram a ver estes objetos, sempre de forma misteriosa, nunca em lugares abertos ao grande público. No momento, de todas as partes do mundo, chegam inúmeros relatos da existência de objetos voadores não iden¬tificados. Mas, 90 por cento destes relatos diários são imprestáveis por falta de con¬sistência. Sobre este assunto é necessário considerar outros fatos de suma importân¬cia.

1. Os simples enganos. O relatório de 1969 (8.400 páginas) da Força Aérea dos EUA, que analisou 12.618 visões de OVNIs, afirma que 95 por cento dos relatos devem-se a "simples enganos de identifi¬cação de uma variedade incrível de fenômenos". Os tais objetos voadores foram confundidos com meteoros, relâmpagos em forma de bola, reflexões de holofotes nas nuvens, balões meteorológicos, foguetes e até com insetos que apresentam órgãos fosforescentes localizados na parte inferior dos segmentos abdominais (os pirilampos, também chamados vaga-lumes, as moscas de fogo).

2. Mistificações. Para ganhar dinheiro e notoriedade, ou para distrair a atenção da massa, milhares de pessoas estão pron¬tas a abusar da credulidade alheia, com exageros ou mentiras bem elaboradas. Re¬ligiosos, políticos, vendedores e até cientis¬tas estão sempre prontos a explorar esta mina que é a credulidade humana.

3. Alucinações. O indivíduo alucinado, isto é, privado temporariamente da razão, pode não estar mentindo quando afirma sem sombra de dúvida ter visto objetos voadores não identificados e seus tripulan¬tes, mas isto não quer dizer obrigatoria¬mente que a visão seja real. Segundo o psi¬quiatra Jean Rosembaum, este é o caso do lenhador Travis Walton, que em 1975 teria sido levado para o interior de um OVNI, no Arizona, e visto "seres semelhantes a fetos desenvolvidos, de 1,50 m de altura mais ou menos, com cabeças carecas e ovais, e enormes olhos castanhos". Walton era fã de discos voadores e, pouco antes do inci¬dente, dissera à mãe que, se algum dia fos¬se raptado por um aparelho destes, ela não se preocupasse, pois tudo terminaria bem. As alucinações podem ser provocadas por enfermidades mentais e por outros meios, inclusive a ingestão de drogas alucinóge¬nas.

4. Projeções. O psicólogo suíço Kal Jung, falecido em 1961, acreditava que os OVNIs eram produtos da inteligência e imaginação do homem, "projeções do sub¬consciente coletivo, trazidos à tona em tempo de "stress" ou coisa parecida". Aquilo que sempre foi história de quadri¬nhos e ficção científica tornou-se na mente do povo, estranha realidade.

No que diz respeito a fotografias de OVNIs, um artigo de Seleções informa que elas "têm sido identificadas como discos plásticos de brinquedo atirados ao ar, fotomontagens, objetos pendentes de fios, su¬jeira na lente da máquina e manchas de re¬velação". Ninguém ignora as possibilida¬des atuais da arte fotográfica, especial¬mente na fotomontagem.

Finalmente, concluímos: se em cada 100 casos de visões de OVNIs 95 não passam de simples enganos de identificação de uma variedade incrível de fenômenos, seria razoável acreditar na existência de tais objetos?
 
O PECADO DE BLASFÊMIA

"O que significa blasfemar contra o Espírito Santo?"

A blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado singular e somente abrange aqueles que já experimentaram o poder do Espírito em suas vidas e depois por algum motivo o rejeitaram com escárnio e endu¬recimento. Este ato não trata de blasfêmia contra a Palavra de Deus, ou contra qual¬quer ministro da igreja, porque para tudo isto existe perdão, mas a blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado diferente dos demais; pois, para ele não há perdão. Os fariseus o cometeram quando, com intuito de afastar o povo de seguir a Jesus, afirma¬ram que Ele havia expulsado demônios pelo espírito de Belzebu: Mtl2.24.Pecado contra o Espírito Santo é rejeitar as mais claras provas de que as obras de Jesus fo¬ram feitas pelo poder do Espírito e alegar que estes milagres pertencem ao Diabo. Isso é sinal de endurecimento completo, a ponto de não existir nenhuma esperança de arrependimento e conversão: o pecador torna-se incapaz de conhecer ou distinguir o divino do diabólico. Aquele que comete pecado dessa natureza sofre um afasta¬mento imediato do Espírito Santo da sua vida, o que ocasiona morte espiritual total. É necessário ressaltar que, às vezes, aparecem pessoas, até chorando, por acha¬rem que pesa sobre elas este pecado e, jul¬gam que nunca poderão ser perdoadas. Po¬rém, só o fato de estarem arrependidos, desejosos de salvação ou perdão, prova que não blasfemaram contra o Espírito Santo; pois, o próprio Espírito os está chamando para o arrependimento.
 
SEOL

"Que significa a palavra Seol?"

A palavra Seol no AT eqüivale, em sen¬tido, a Hades, no NT. Diferem na forma porque a primeira é hebraica e a segunda grega. Elas designam o lugar para onde iam todos após a morte: justos e injustos, havendo, no entanto, nessa região dos mor¬tos uma divisão para os justos e outra para os injustos, separados por um abismo in¬transponível. Todos estavam ali plena¬mente conscientes. O lugar dos justos era de felicidade, prazer e segurança. Era cha¬mado "Seio de Abraão" e "Paraíso". Já o lugar dos ímpios era medonho, ignífero, cheio de dores, sofrimentos. Conforme Efésios 4.8-10, parece que o Hades situa-se bem no profundo da terra. As referências à entrada de almas nesse lugar são sempre "desceu" (Cf. Jacó: Gn 37.35; Core: Nm 16.30-33; Jó: 17.16, etc.)

Em todas essas passagens a referência é ao Seol, e mostram um lugar situado nas profundezas da terra. É de lastimar o fato de que inúmeras referências ao Seol no AT certas versões em português traduzem por sepultura e outros termos afins, trazendo não pouca confusão ao leitor comum. As palavras Hades e Seol, aparecem, às vezes, também traduzidas por Inferno, como em Deuteronômio 32.22; 2 Samuel 22.6; Jó 11.8; 26.6; Salmos 16.10, e em muitos ou¬tros lugares do AT, bem como no NT, em Mateus 16.18; Apocalipse 1.18. Um estu¬dante menos avisado ou apressado pode partir daí para falsas interpretações. O In¬ferno propriamente dito, isto é, o Inferno eterno como destino final dos ímpios é cha-mado Lago de Fogo e Enxofre, mencionado em Apocalipse 20.10,14.

O Hades é apenas um Inferno-prisão onde os ímpios permanecem entre sua morte e sua ressurreição que ocorrerá por ocasião do juízo do Grande Trono Branco, após o reino milenial de Cristo: Ap 20.7,11-15. Outras vezes, a palavra Hades, como já dissemos, é traduzida por sepultura, como em Gênesis 37.35; 42.38; 44.31; Jó 21.13, etc. É preciso muito cuidado para evitar ensino errôneo decorrente de imperfeições nas traduções. É preciso recorrer a obras de renome para consulta e referência, como a Concordância de Strong e léxicos bilingües das línguas originais, mesmo para os versados nessas línguas. Para citar só mais um exemplo deste problema, esta mesma palavra Hades é ainda traduzida por morte em 1 Coríntios 15.55b. Estas di¬ferentes traduções de uma mesma palavra têm trazido muita confusão entre os menos avisados. Portanto, antes da vinda de Je¬sus, a este mundo, todos desciam ao Seol justos e injustos, havendo uma separação intransponível entre as duas divisões desse lugar.





Fonte:  A Bíblia Responde, livro este que contém, condensadas em suas páginas, aquelas respostas objetivas, bíblicas e práticas que satisfazem ao sincero desejo de milhares de irmãos, inclusive de muitos que, embora não tenham formulado por escrito suas perguntas, gostariam de que elas fossem respondidas.    Abraão de Almeida, Geremias do Couto, Geziel Gomes, Gustavo Kessler, Hélio René, Mardônio Nogueira, Miguel Vaz e Paulo César Lima pesquisaram, oraram e dedicaram boa parte do seu tempo com o intuito de ajudar o grande número de leitores de "A Seara", ajuda esta agora estendida a outros milhares de leitores através desta obra.

30 dicas para Vencer (Em nome de Jesus)

1.Pense da forma como Deus pensa. (1 Coríntios 2:9), O que ninguém viu nem ouviu, e o que jamais alguém pensou que podia acontecer, foi isso que Deus preparou para aqueles que o amam.


2.Desenvolva uma visão de Vitória. (Isaias 43:19) Pois agora vou fazer uma coisa nova, que logo vai acontecer, e, de repente, vocês a verão.


3.Tenha um plano.(Provérbios 16:3). Peça a Deus que ele abençoe seus planos e eles darão certo.


4.Declare o que você busca.(Isaias 45:21).Falem logo e apresentem suas razões, consultem uns aos outros, se quiserem.


5.Permaneça forte mesmo nas adversidades. (Efésios 6:13) Por isso peguem agora a armadura que Deus lhe dá. Assim quando chegar o dia de enfrentarem as forças do mal, vocês poderão resistir aos ataques do inimigo e, depois de lutarem até o fim, vocês continuarão firmes, sem recuar.


6.Esteja sempre alegre. (Neemias 8:10) Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus, portanto, não fiquem tristes.


7.Você foi escolhido. (Jeremias 1:5) Antes do seu nascimento, quanto você ainda estava no ventre da sua mãe.


8.Conquiste a vitória. (Filipenses 3:13-14) É claro , irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está a minha frente. Corro direto para a linha de chegada, a fim de conseguir o prêmio da vitória.


9.Tenha a atitude de gratidão.(Efésios 4:29) Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam os outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam.


10.Supere os obstáculos. (I Coríntios 16:9) Pois encontrei aqui ótimas oportunidades para um grande e proveitoso trabalho.


11.Declare bênçãos.(Números 6:24-26) Que o SENHOR os abençoe e os guarde, que o SENHOR os trate com bondade e misericórdia. que o SENHOR olhe para vocês com amor e lhes dê a paz.


12.Desenvolva a mentalidade de recuperação. (Joel 2:25-26) Devolverei tudo o que vocês perderam quando eu mandei as enormes nuvens de gafanhotos, que, como exércitos destruíram as colheitas.


13.Mantenha o foco no futuro. (Hebreus 10:35). Portanto, não percam a coragem, pois ela traz uma grande recompensa.


14.Alimente sua fé.(1 João 5:4). Porque todo filho de Deus pode vencer o mundo. Assim, com a nossa fé conseguimos vitória sobre o mundo.


15.Viva para caridade.(Lucas 6:38). Dêem aos outros, e Deus dará a vocês. Ele será generoso, e as bênçãos que ele lhes dará serão tantas, que vocês não poderão segurá-las nas suas mãos.


16. Viva pelo Espírito Santo. (Gálatas 5:16).Quero dizer a vocês o seguinte: deixem que o Espírito de Deus dirija a vida de vocês e não obedeçam aos desejos da natureza humana.


17.Libere o passado (Filipenses 3:13-14) É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço tudo aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória.


18.Filtre seus pensamentos (Salmos 101:4) Afastarei de mim pensamentos desonestos e não terei nada a ver com a maldade.


19.Fique firme. (Êxodo, 14:13)Não tenham medo. Fiquem firmes e vocês verão que o SENHOR vai salvá-los hoje.


20.Harmonize sua vida. (Sabedoria de Salomão 1:6) A Sabedoria é um espírito que ama a humanidade e ela não perdoa a pessoa que diz blasfêmias. Pois Deus vê os sentimentos mais íntimos de todos, ele conhece bem o que as pessoas pensam.


21. Espere bênçãos. (Salmos 84:12) o SENHOR Deus é a nossa luz e o nosso escudo. Ele ama e honra os que fazem o que é certo e lhes dá tudo o que é bom.


22.Perdoe dores passadas. (Efésios 4:31-32). Abandonem toda a amargura, todo ódio e toda raiva. Pelo contrário, sejam bons e atenciosos uns para com os outros. E perdoem uns aos outros, assim como Deus, por meio de Cristo , perdoou vocês.


23.Cuide de sua imagem. (Provérbios 23:7). Não se mate de trabalhar, tentando ficar rico, nem pense demais nisso.


24.Evite coisas más. (Tiago 3:16-17) Pois onde há inveja e egoísmo, há também confusão e todo tipo de coisas más. A sabedoria que vem do céu ;e antes de tudo pura , e é também pacífica, bondosa e amigável.


25.Descanse e aguarde (Habacuque 2:3). Ainda não chegou o tempo certo para que a visão se cumpra; porém ela se cumprirá sem falta. O tempo certo vai chegar logo, portanto, espere, ainda que pareça demorar, pois a visão virá no momento exato.


26.Espere o melhor de Deus. (Isaias 40:31). Mas os que confiam no SENHOR recebem sempre novas forças. Voam nas alturas como águias, correm e não perdem as forças, andam e não se cansam.


27. Seja você mesmo (Efésios 2:10) Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Jesus Cristo, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós.


28. Deixe Deus ser sua defesa. (Hebreus 10:30). O SENHOR julgará o seu povo.


29.Seja vigilante. (Provérbios 4:23). Tenha cuidado com o que você pensa, pois sua vida é dirigida pelos seus pensamentos.


30.Louve a Deus. (Salmos 44:7-8) não é no meu arco que eu confio, e não é a minha espada que me dá a vitória, pois foste tu que me livras-te dos nossos inimigos e venceste aqueles que nos odeiam. Nós te louvaremos o dia todo; nós te somos gratos para sempre.


Autor desconhecido

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